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DEFENDER OS ESTALEIROS NAVAIS criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
11-Mai-2012

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Defender a região e os trabalhadores

A situação que se vive nos Estaleiros Navais do Mondego (ENM), é sintomática no que se refere à política dos Governos e dos seus agentes, que não só trouxeram o Pais  até à actual situação de descalabro económico e social, como continuam a persistir em opções que nada têm a ver com as necessidades da região e dos trabalhadores dos ENM.

Sustenta o PCP esta opinião tendo em conta a “incompreensível” atitude da  entidade gestora da área marítima onde estão instalados há muitas décadas os ENM, que está a impedir a solução existente e que permitiria aos ENM arrancar de imediato com a sua laboração preservando os postos de trabalho e pagando  inclusivamente passivos na ordem dos 200 mil euros.

Tal atitude vinda de uma entidade que, segundo os próprios, representa o Estado é premeditadamente criminosa. Tanto mais que, tudo parece indicar a intenção de fazer caducar o Alvará de construção e reparação Naval, o que beneficiaria o actual desmantelamento e sucata que “miraculosamente” surgiu no espaço físico da ex-Naval Centro e que provalvelmente gostaria de expandir a sua actividade até às instalações dos ENM.

Substituir uma actividade estratégica para o País e para a região por uma actividade secundária, como é o da sucata (que nos lembra outros de má memória) não é aceitável, seja qual for o ângulo segundo o qual se analisa a questão.

Defender os ENM, o seu passado e o conhecimento especializado adquirido pelos seus trabalhadores, terá de ser um desígnio da cidade da Fig. Da Foz e uma opção estratégica nacional.

Quem por acção ou omissão permitir que se concretize este crime de LESA-PÁTRIA – o desaparecimento desta importante unidade - mais tarde ou mais cedo terá de ser responsabilizado.

A Comissão Concelhia da Fig. da Foz do PCP   
Maio de 2012

 
Sábado - 5 Maio - 7ª Assembleia da Organização Regional de Coimbra do PCP criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
03-Mai-2012

20120505_mupi_assembleia.gifA Organização Regional de Coimbra do PCP vai realizar a sua VII Assembleia no próximo dia 5 de Maio de 2012 no Auditório do IPJ em Coimbra. Sob o lema “Mais fortes para continuar a luta”.

A A ssembleia terá início pelas 10 horas, sendo que a sessão de encerramento realizar-se-á às 17 horas. A iniciativa que contará com a participação de Jerónimo de Sousa – Secretário Geral do PCP, é um momento importante na vida da Organização Regional do PCP, onde discutirá a situação do País e do Distrito, apontará as suas orientações e elegerá a sua direcção.

Os objectivos da VII Assembleia da Organização Regional de Coimbra do PCP são:

-Discutir e apontar linhas de reforço do trabalho do PCP no Distrito.

- Aprofundar a discussão da situação do socioeconómica do distrito e apontar medidas para o Desenvolvimento do Distrito.

- Aprovar linhas de trabalho no sentido de aprofundar a luta de massas como elemento fundamental na construção de uma alternativa às políticas de direita.

- Eleger a nova Direcção da Organização Regional de Coimbra do PCP e discutir medidas de reforço do trabalho de direcção.

A 7ª Assembleia da Organização é o culminar de um processo de discussão que envolveu as organizações do distrito. Foram realizadas cerca de 40 plenários electivos por todo o distrito onde se elegeram os cerca de 200 delegados. No processo discutiu-se e construiu-se a proposta de resolução política a ser levada à Assembleia. Dos plenários e das reuniões dos organismos surgiram dezenas de contributos e propostas de alteração que enriqueceram a proposta de resolução política a levar à Assembleia da Organização do próximo sábado.

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COMUNICADO SOBRE A SITUAÇÃO NA EMPRESA ASF criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
27-Abr-2012

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A DORC do PCP distribuiu um comunicado dirigido aos trabalhadores vigilantes da ASF. Os trabalhadores da ASF, empresa de segurança privada, há 2 anos que não recebem o subsídio de Natal e há 1 o de férias. Até ao momento ainda nem todos receberam o mês de Março. Há meses que os trabalhadores estão a receber o salário com grandes atrasos. Para além desta ilegalidade não estão a ser pagos devidamente os feriados, as horas extraordinárias e o trabalho em horário nocturno.

Os atrasos e o não pagamento dos subsídios, para além de ilegais, não têm em conta, que os trabalhadores têm família a sustentar e compromissos que querem honrar. A empresa desculpa-se, com os atrasos das empresas a quem presta serviços, que, em Coimbra, são quase todas serviços públicos e no essencial são os hospitais HUC, CHC, Pediátrico e CMC.

No comunicado o PCP compromete-se a questionar o Governo sobre o problema e caso se verifiquem atrasos, e exige que se regularizem os pagamentos para que, a empresa possa cumprir com os seus compromissos para com os trabalhadores.

Consta-se que a ASF perdeu o Certificado de Qualidade e que terá dívidas às Finanças o que, a ser verdade, significará que não poderá concorrer a prestação de serviço em Serviços Públicos, o que pode inviabilizar a continuidade da empresa.

O PCP, alerta para o facto de este tipo de empresas, não terem património próprio, e que o seu capital/caução não dá para cobrir os compromissos em caso de insolvência.Seja qual for a situação da empresa, as dívidas e os direitos dos trabalhadores devem ser assegurados. Os pagamentos à empresa devem ter em conta a satisfação desta garantia.

O PCP alerta ainda no comunicado que esta situação só é possível, porque os sucessivos governos PSD, CDS e PS tem produzido legislação de trabalho que retira direitos aos trabalhadores e que cria um clima de impunidade e desresponsabilização do patronato.

O PCP apela ainda à unidade e luta dos trabalhadores, pode salvaguardar os seus direitos e postos de trabalho, defender a sua dignidade e forçar a mudança destas ruinosas políticas.

 
EM DEFESA DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
15-Abr-2012

20120414_aco_defesa_sns.jpgCentenas de pessoas concentraram-se em frente aos Hospitais da Universidade de Coimbra em defesa do Serviço Nacional de Saúde. O protesto juntou utentes e trabalhadores que ocorreram de várias regiões. Comissões de Utentes de Marinha Grande, Mealhada, Viseu, Vila Nova de Paiva, Nazaré, Coimbra, Tábua, Penalva do Castelo juntaram-se a este protesto promovido pelo Movimento de Utentes dos Serviços Públicos e pela CGTP. Durante a iniciativa formou-se um cordão humano que entrou pelo recinto dos HUC.

Nas faixas e palavras de ordem estavam expressas as razões pelas quais protestavam:

- Aumento brutal das taxas moderadoras;
- Aumento dos medicamentos;
- Cortes nos apoios ao transporte de doentes;
- Encerramento de serviços, centros e extensões de saúde;
- Os Portugueses serem os que mais pagam pela saúde na UE;
- A Fusão/Descaracterização dos Hospitais de Coimbra;
- Falta de profissionais da saúde;

Os manifestantes também deixaram claro aquilo que queriam:


 

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PCP denuncia atrasos no pagamento de salários na Conforlimpa criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
13-Abr-2012
pcp.gifNão ao atraso no pagamento dos salários!
Os trabalhadores da Conforlimpa recebem o salário com atrasos. Nos últimos meses, o pagamento tem vindo a ser atrasado de mês para mês.

O salário de Março só foi pago nos dias 12 e 13 e  o salário de Abril ainda não foi pago em alguns serviços (hoje, dia 11 de Abril), quando habitualmente recebiam o salário entre o dia 1 e o dia 5.

O  trabalho realizado deve ser pago atempadamente!
Os atrasos, para além de ilegais, não têm em conta que os trabalhadores tem família a sustentar e compromissos que querem honrar. A empresa desculpa-se com os atrasos das empresas a quem presta serviços que,  em Coimbra, são quase todas de serviços públicos como a segurança social, várias faculdades, GNR, e Bombeiros Sapadores, Piscinas e mercado D. Pedro V (estes últimos todos da CM Coimbra).No entanto o PCP sabe que, no hospital da Figueira da Foz, os trabalhadores já receberam.

O PCP questionará o Governo e a Câmara sobre o problema e, caso se verifiquem atrasos, o PCP exigirá que se regularizem os pagamentos de forma a que a empresa possa cumprir com os seus compromissos com os trabalhadores.

A Célula do sector de Limpeza e Vigilância de Coimbra do PCP
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