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COMUNICADO AOS TRABALHADORES DA DAN CAKE criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
28-Jul-2016
logo_pcp.jpgOs trabalhadores da unidade fabril de Coimbra, têm-nos alertado para algumas propostas da empresa que denunciamos, apelando desde já à unidade de todos os trabalhadores.

Foi proposto aos trabalhadores um 4º turno, 6 dias seguidos de trabalho por semana com  2 dias de folga sendo que, ao fim de 8 semanas, teriam um bónus de 4 dias de férias, (argumentando que seria uma surpresa para os filhos e restante família). Ao fim de 8 semanas, com este tipo de horário, pressão e ritmos de trabalho, o que de facto se verificará é que os trabalhadores ficarão exaustos com reflexos negativos na sua vida familiar e social. (Exemplo disso, são os reflexos da não rotatividade dos actuais turnos)

A entidade patronal diz, oralmente, que quem aceitasse estas condições seria remunerado com um ordenado base entre os 750 e os 800 euros, com 25% de subsidio de turno, mas como é evidente, deixariam de receber o trabalho extraordinário em dias de descanso complementar ou obrigatório, ou seja, trabalhariam de borla aos sábados e domingos, tendo as suas folgas durante a semana, dias esses em que não conseguem estar com os seus familiares.

Imposição de 4º turno

Trabalhadores recentemente contratados, vindos da empresa de trabalho temporário, assinaram um contrato a termo com a Dan Cake que já incluía cláusulas com este tipo de horário, incluindo o 4º turno e adaptabilidade. O que demonstra a premeditação da empresa.
A estes trabalhadores, como pressão, é dito que se não aceitarem este horário o seu contrato não lhes será renovado, mas aquando da entrevista terá sido dito que o trabalho aos sábados, seria pago como trabalho extraordinário.

Alertamos ainda para o perigo da desregulação de horário introduzido com a alteração da semana de 5 dias, pois deixa à empresa a liberdade de alterar horários a seu belo prazer, fazendo com que os trabalhadores nunca saibam quando folgam ou qual o turno que estarão a fazer.
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PCP EM DEFESA DOS BALDIOS E DOS PRODUTORES FLORESTAIS DO DISTRITO DE COIMBRA criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
27-Jul-2016

20160727_baldios-frente_web.jpgA DORC do PCP está a promover uma acção de contactos com a população em defesa dos Baldios do distrito.

DEFENDER O PATRIMÓNIO COMUNITÁRIO DOS BALDIOS, DEFENDER O MUNDO RURAL E PROMOVER A COESÃO TERRITORIAL
A actual Lei dos Baldios é uma má Lei do anterior Governo PSD/CDS-PP. O PCP reafirma a urgência da alteração da actual Lei para travar o caminho conducente à privatização – antidemocrática e inconstitucional - dos Baldios e suas riquezas comunitárias, garantindo a Propriedade Comunitária dos Baldios.

A alteração da actual Lei é necessária para não subverter o conceito histórico e mais legítimo de “Comparte” (usufrutuário) de Baldio. O PCP apresentou um projecto-lei na AR para alterar a Lei dos Baldios de forma a defender a propriedade e a gestão comunitárias dos Baldios, por parte dos legítimos Compartes de cada Baldio.
Estas são condições essenciais à defesa do nosso Mundo Rural e à promoção da coesão territorial. O PCP exorta os Compartes dos Baldios e as suas Organizações representativas a unirem esforços na luta pela defesa das riquezas e do património comunitário dos Baldios.

O PCP volta a manifestar o seu apoio político e institucional a iniciativas comuns ou convergentes que permitam salvaguardar os legítimos interesses dos Povos e Compartes dos Baldios.

20160727_baldios-tras_web.jpgMELHORES PREÇOS À PRODUÇÃO DA MADEIRA
Mantêm‐se em acentuada baixa os Preços pagos ao produtor florestal na mata ou à entrada da fábrica. Ao alto, na mata, a Madeira está a ser paga aos produtores numa base entre os 20 e os 30 Euros a tonelada (m3) de eucalipto ou de pinho. À entrada da fábrica, dependendo da região, varia entre os 35 e os 40 euros a tonelada. São preços muito baixos impostos pela grande Indústria da Fileira Florestal (celuloses e aglomerados) há demasiados anos seguidos.
O PCP considera que são possíveis várias medidas governamentais que criem condições para a melhoria dos preços da madeira pagos à produção. É necessário e possível conter as importações que a grande indústria promove e pelas quais até paga preços mais altos (em Espanha) que atingem entre 80 e 100 euros por tonelada!

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PCP PELA VALORIZAÇÃO DO PORTO DA FIGUEIRA DA FOZ criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
27-Jul-2016

20160727_porto_da_figueira.jpg

 

O PCP, através do deputado João Ferreira, dirigiu uma pergunta à Comissão sobre apoios da UE a investimentos no Porto da Figueira da Foz, infraestrutura com importância estratégica para a região.

“Com um hinterland com 2,6 milhões de habitantes, movimenta cerca de 2 milhões de toneladas/ano de carga e tem vindo a crescer de forma sustentada, tendo a fileira do papel um papel muito significativo no conjunto da carga movimentada.Os projectos de crescimento existentes – que envolvem o desenvolvimento de novas áreas e consolidação de existentes: terminal de graneis líquidos, cruzeiros, estaleiros navais, indústria de transformação de pescado, náutica de recreio – exigem um investimento significativo, particularmente no domínio da segurança da navegação. Apontando para um valor de referência de 30-32 milhões de euros de investimento necessário, as expectativas da sua concretização envolvem a mobilização de financiamento da UE que assegure um mínimo de 70 por cento de cofinanciamento.”

O Deputado do PCP solicitou à Comissão informações “sobre que programas e medidas da UE podem apoiar os investimentos previstos para o Porto da Figueira da Foz e, bem assim, sobre as respectivas condições de mobilização e cofinanciamento”.

Na resposta, a Comissão Europeia refere que “o porto da Figueira da Foz não está incluído na rede transeuropeia de transportes (RTE-T), embora possa beneficiar do corredor atlântico da RTE-T, graças ao reforço da acessibilidade ao interior.”

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FIGUEIRA DA FOZ: PCP QUESTIONA GOVERNO SOBRE UNIDADE DE CUIDADOS INTENSIVOS criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
26-Jul-2016

saude.jpgA existência de uma unidade de cuidados intensivos polivalente sempre foi considerada uma necessidade estratégica para a manutenção de um serviço de urgência médico-cirúrgica no Hospital Distrital da Figueira da Foz (HDFF).


A distância de mais de quarenta quilómetros de um Hospital Central, aliada à qualidade do serviço prestado, bem como as várias ações de luta da população figueirense em torno da defesa do seu hospital, são condições suficientes para a sua atual classificação enquanto Hospital Distrital e para a manutenção deste tipo de urgência. Desde o despacho do Ministro da Saúde que assim o determinou, ganhou ainda mais sentido a reivindicação das populações para que a unidade de cuidados intensivos polivalente fosse instalada.

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SAÚDE: PCP QUESTIONA GOVERNO SOBRE CONTRATAÇÃO DE ANESTESISTAS NO CHUC criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
25-Jul-2016
saude.jpgO PCP teve conhecimento de que o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) tem em curso um processo de contratação de empresas de prestação de serviços para realizar trabalho que carece de médicos especialistas em Anestesiologia.

A confirmar-se, trata-se de um recurso ilegítimo a trabalho temporário porque se trata de suprir funções e postos de trabalho permanentes, num contexto em que o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra não dispõe de um quadro de anestesistas que satisfaça as suas necessidades reais.
Além disso, é uma opção que produzirá efeitos nefastos, pois impede a constituição de equipas bem treinadas e com hábitos de trabalho conjunto, o que seria certamente mais benéfico para utentes e profissionais. A solução não pode passar pelo recurso a trabalhadores com vínculo precário como forma de responder a necessidades permanentes.
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