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20101100_cartaz_ramal_da_lous.jpgA propósito de uma dita “acção pública da classe política” convocada para 24 de maio, vem o Secretariado da DORC do PCP esclarecer o seguinte:

1. O PCP e a CDU sempre defenderam intransigentemente o Ramal da Lousã. Sempre defenderam a reposição dos carris, a electrificação e a modernização da linha. O PCP e a CDU sempre foram contra a implementação da solução Metro Mondego (MM) neste Ramal. Tanto no Ramal da Lousã como na Cidade de Coimbra, o projecto Metro Mondego significaria privatização de transportes com prejuízos para os utentes e para o desenvolvimento do distrito.

2. Recentemente os eleitos municipais da CDU de Miranda do Corvo, Lousã e Coimbra defenderam a extinção da Empresa Metro Mondego e a canalização das verbas para modernizar e electrificar a linha do Ramal da Lousã e melhorar os Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra, assim como a devolução do seu património ao domínio público ferroviário e ao domínio municipal.

3. Tal como o PCP e a CDU têm vindo a denunciar “Os sucessivos Governos PS, PSD e CDS enganaram as populações e os executivos câmarários de Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo (PS e PSD) assinaram de cruz a “morte do Ramal”. Há partidos responsáveis pela “destruição desta linha centenária e por transformarem num autêntico inferno a vida das populações”. Pelo que nos parece que a utilização da expressão “Classe Política”, para a designação da acção, só pode ser entendida como uma tentativa de branquear os verdadeiros responsáveis, tentando fazer passar a ideia de que os partidos são todos iguais e tentando impedir que se vejam as diferenças entre aqueles que sempre estiveram do mesmo lado e aqueles que destruíram ou foram coniventes com a destruição.

4. Parece-nos também que não faz qualquer sentido a utilização da formulação - “Ramal da Lousã/Metro Mondego” por quem convoca a acção. O PCP e a CDU têm afirmado que o projecto Metro Mondego (MM) é responsável pela destruição do Ramal da Lousã. Confundir as duas posições só servirá para, mais uma vez, branquear a responsabilidade daqueles que, contrariando a vontade e os alertas populares, foram coniventes com esta destruição.

5. Parece-nos ainda que a marcação da acção para o dia 24 de Maio, dia de reflexão eleitoral, está ferida na sua legalidade e não pode deixar de ser vista como tentativa de criar ruído para servir de biombo aos verdadeiros responsáveis pelo roubo às populações. PS, PSD e CDS têm que ser responsabilizados pela mentira e pelo logro que ao longo de anos propagaram. São eles que têm que ser penalizados dia 25 de Maio.

Pelo exposto, o PCP e a CDU esclarecem que não participarão nesta acção pública.

O Secretariado da DORC do PCP

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